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sábado, 1 de junho de 2013

LOAS À CHUVA E AO VENTO

O texto que se segue é da autoria de Matilde Rosa Araújo, que nasceu em Lisboa, em 1921 e aí faleceu em 2010.Foi uma escritora portuguesa especializada em literatura infantil.
Foi autora de mais de 4o livros.
Dedicou-se à defesa dos Direitos das Crianças, através da publicação de livros e de intervenções em organismos com atividade nesta área, como a UNICEF em Portugal.
Recebeu vários prémios e o grau de Grande- Oficial  da Ordem do Infante D. Henrique.

   in Wikipédia

Chuva, porque cais?
Vento, aonde vais?
Pingue...Pingue...Pingue...
Vu...Vu...Vu...

Chuva, porque cais?
Vento, aonde vais?
Pingue...Pingue...Pingue...
Vu...Vu...Vu...

ó vento que vais,
Vai devagarinho.
ó chuva que cais,
Mas cai de mansinho.
Pingue...Pingue...
Vu...Vu...

Muito de mansinho
Em meu coração.
Já não tenho lenha,
Nem tenho carvão...
Pingue...Pingue...
Vu...Vu...

Que canto tão frio,
Que canto tão terno,
O canto da água,
O canto de inverno...
Pingue...

Que triste lamento,
Embora tão terno,
O canto do vento,
O canto do inverno...
Vu...

E os pássaros cantam
E as nuvens levantam!

  in LIVRO DA TILA

1 comentário:

  1. Querido João
    Este texto é muito interessante. Pode até ser aproveitado para,numa aula,dar as onomatopeias,não é?
    Gostei imenso.Continua a mostrar ao Mundo os nossos escritores.
    Beijinhos da
    Mana

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